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sexta-feira, 30 de setembro de 2016

De amizade colorida para namoro preto e branco.


Concordamos que seria apenas uma diversão para não enjoar as férias, que não teria compromisso e o único sentimento aceitável seria a atração. E então começamos nosso acordo, seis de dezembro se não me engano e você me beijou com toda a vontade que tinha, e eu só pensava sobre como suas mãos envolvidas em meu corpo era bom. Eu sabia que aquilo não iria prestar, a gente tinha muita química  nosso beijo era perfeito, nunca beijei alguém assim. Foi então que percebi que tu era a minha pegação perfeita. Ninguém melhor que você para se tornar a minha amizade colorida. E assim foi, nossas férias com encontros secretos para nos divertimos a "nossa" moda, te agradeço muito por isso. Tu mesmo que me falou que fomos feitos para esse tipo de relacionamento, que não conseguiríamos agir assim com outros. E de fato, concordo contigo.
Concordava contigo. Porque você se esqueceu de não ser legal comigo a ponto de me fazer criar "sentimentos além da atração". Não sou de pedra, não sei me controlar tanto assim. Você me fez rir, me fez sentir alguma coisa no estomago e eu já sorri ao pensar em você. Concordamos que seria só diversão sem compromisso, foi por isso que escondi meus sentimentos. Eu fiquei triste, perdi esperanças, a pior parte é que eu não queria acabar com o que tínhamos. Fim das férias, fim de nós. Eu estava preparada - para fingir - para não me importar com sua partida. O que eu não esperava era que, você não quis partir.
Nos declaramos, foi algo fofo. Começamos a namorar, era um sonho tão bom de estar sendo realizado. Nas primeiras semanas eu me entreguei a ti, quis o teu bem assim como tu quis o meu. Só que não estava legal. Estava? Somos diferentes em excesso. Você fazia coisas que eu detestava e eu fazia coisas que você detestava. No final das contas, a gente nunca ligava um para o outro, a gente nunca via filme juntos e agarradinhos. Nosso namoro era frio, não fazia sentido. Eu não gostava, muito menos você. O que diabos estávamos fazendo?
Como você disse, fomos feitos para o relacionamento sem compromisso, sem sentimentos. Enquanto não houver sentimento e compromisso sério, estaremos bem. Mas se tivermos, estaremos mal. Não somos alma gêmea, não fomos feitos para casar. Fomos feitos para se divertir. Eu nunca te quis como pai dos meus filhos, mas sempre te desejei na minha cama. Nossa relação é diferente. Não é romance, é só um lance. Lamento em dizer, no entanto sei que tu também lamenta. Acabamos por aqui, dessa vez, acabamos de vez.

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Descobri que odeio a independência que sempre desejei.


Sozinha. É como tem sido nos últimos dias. Tranquei-me no meu apartamento localizado no centro da  cidade, o que eu tinha na cabeça quando implorei aos meus responsáveis que me deixassem partir e ter uma vida independente em uma casa só minha? Certo, a ideia era boa, até hoje é. Só que eu me esqueci de que após as saideiras nas quais me deixariam cair na tristeza, chegando em casa não haveria ninguém lá para me consolar. Eu chegaria sozinha. Eu não pensei sobre isso no momento em que parti. Agora, sinto falta. Pior, agora sinto-me em uma solidão constante. Chego em casa após o dia de trabalho querendo contar as novidades para alguém, mas não há ninguém. Só preciso pegar o telefone, e conversar, mas quem me dera o abraço e parabéns? E o de consolo, que eu necessito muito mais? Ah a vida é mesmo uma droga, nós humanos nunca estamos satisfeitos. Eu mesma recordo de como eu reclamava de morar com meus pais, de como era chato ter hora para chegar em casa ou de como eu era pregada de regras sobre quem eu poderia levar até lá. E agora, reclamo porque fico três da manha na rua e ninguém me liga para saber se estou bem ou que irá assistir o último filme do homem aranha enquanto me espera chegar. Ok, só uma tola. Eu deveria me preocupar mesmo com isso?
A questão é que sempre fui um pouco solitária, admito. Eu gosto de gente, gente por perto. Gosto de brigar pelo controle remoto, gosto de implicar com quem comeu o ultimo pedaço do bolo guardado na geladeira, gosto de ser interrompida enquanto leio um livro pela caixa de som do quarto ao lado, gosto de que gritem meu nome para esquentar a janta, gosto de que me liguem dez vezes para me obrigar a voltar para casa meia noite em ponto, gosto de ser acordada domingo de manha por conta do despertador que meu irmão deixou tocar e não acordou para desligar. Gosto de todas essas coisas que me deixam de mal humor e que me fazem reclamar da vida como se fosse a pior coisa do mundo. Infelizmente, só agora tenho dado valor. Agora que estou livre disso tudo, percebo a grande falta que me faz.
Agora, nada mais estou do que chegando em casa a hora que eu quero, dando a festa que eu quiser, levando a pessoa que eu desejar para casa, cozinhando a hora que me der vontade, indo dormir faltando três horas para o trabalho, enfim, estou fazendo coisas que todo mundo sozinha em fazer, inclusive eu. É um sonho isso, nos dois primeiros meses eu pensei estar vivendo o filme da minha vida. Mas é claro que tudo que é bom, tem suas desvantagens. Aliás, não é todo dia que eu dou festas, saio tarde de casa, chamo alguém para ser minha companhia e etc. Quando nada disso eu faço, eu fico sozinha. A televisão já não tem tantos programas legais assim, a internet já perdeu aquela graça toda que tinha, olhar pela janela é coisa que só vou fazer aos setenta e eu tenho que escolher entre fazer nada, rever o mesmo filme ou reler o mesmo livro. É, nesse caso a vida fica chata e eu acabo pensando na saudade.
Moro sozinha. Tenho vinte e um anos e não tenho namorado. Divido meu apartamento com a minha sombra e se não fosse pela minha alergia, um cachorro seria meu melhor amigo aqui. Faz um ano desde que deixei de viver com meus pais e meus três irmãos. Fiz isso porque recebi uma oferta de emprego inacreditável após concluir a faculdade, o salário é bom e a oportunidade é milionária. O dinheiro estava na frente de tudo e de todos até então, agora, nem tenho tanta certeza. Não sei exatamente como me sinto sobre isso. É essa minha sensibilidade, minha solidão, meu gosto excessivo por ter companhia vinte e quatro horas por dia. Eu deveria ter superado depois de tanto tempo, porém não sei bem o que aconteceu. Alguns amigos dizem que nasci parar viver eternamente com os pais, outros dizem que ando precisando realmente de um namorado e tem aqueles que dizem que seria perfeito morar com uma amiga. Enquanto não decido o que fazer, eu escrevo sobre isso, sobre minha experiencia. Essa sou eu sendo adulta, ou pelo menos tentando ser.

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Eu nunca fui boa com despedidas.


Eu tentei, juro que tentei. E você não percebe isso, quero dizer, não ligou muito. E é ai que eu digo que sinto muito porque eu não consegui fazer do seu jeito, não consegui te fazer feliz comigo em todos os pontos. Agora é tarde, já era, eu já perdi. Nós perdemos, amor. E então o que resta são lembranças, boas e ruins. Insisto em me lembrar das boas, e eu sei que você insiste em se lembrar das ruins. Vai ver é por isso que eu sofro e você não. Para você, um alívio. Para mim, saudades. É madrugada agora, e eu não consigo dormir. Porém, a vontade de escrever me possuía  Tu sabe, eu não gosto de escrever sobre os meus sentimentos. Eu não sei por onde começar. Mas agora foi inevitavel, afinal, escrever sobre você, sobre meus sentimentos com você nunca foi difícil. É, agora tu se foi e eu to aqui, tentando entender como fui tão estupida em ter te deixado partir.
Eu deveria ter implorado, feito juras, declarações. Te mostrar que ainda valia a pena. Mas eu te deixei ir, facilmente e magoou saber que eu estava lhe fazendo um favor. E agora, ainda confusa, ainda com a sensação que ainda te tenho, eu fico pensando se foi a coisa certa ou a coisa errada. Se um dia te terei de volta ou se nunca mais te sentirei. Eu nem sei o que eu quero, eu só queria ficar bem. E admito, que agora, eu to acabada, detonada, e as lagrimas não param de cair. Faz umas seis horas que você disse que não me queria mais e a ficha não caiu. Me perdoa por ser essa pessoa tão sensível que te ama tanto, eu não escolhi ser assim. 
Meu coração te chama, mais uma vez e tu esta lá, tranquilo em tua casa pensando em não sei o que. Todavia, você esta bem. Que inveja de você! Eu sempre senti inveja da forma como você deixa de se importar com as coisas facilmente. Mesmo escrevendo isso, tenho esperanças de que só seja fingimento e que pela manha tu venha correndo ao meu encontro dizendo o quanto esta arrependido e eu, vou fazer de tudo para nunca mais te decepcionar. Você foi o melhor de mim, o amor que eu nunca tive e sempre quis ter e eu consegui estragar tudo. É nessas horas que aquela frase clichê faz um maior sentido: "Se arrependimento matasse..."
Por dentro, estou morta. De verdade. Não vejo sentido nas coisas. Não é drama, é só a dor da separação. Tem gente que sofre por amor, e eu sou chefe desse clube. E eu sei que eu deveria erguer a cabeça, secar as lagrimas e dizer que eu não preciso de você. Você acredita se eu dizer que to chocada demais para seguir em frente? Chocada demais para acreditar. Eu ainda te amo, pior, eu ainda estou apaixonada por você. Essa paixão era correspondida e eu estava amando isso, agora é como um amor não correspondido e eu não aguento isso. Eu tentei, juro que tentei fazer dar certo. Mas parece que não tentei o suficiente, me desculpa por isso. De qualquer forma termino aqui dizendo: Nunca vou me esquecer do que um dia tivemos.

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Somos aquele tipo de casal que não parece um casal.


Somos aquele tipo de casal que não nos mostramos nas redes sociais, não andamos de mãos dadas, não fazemos declarações todos os dias, não gritamos nosso amor para o mundo. Somo aquele tipo de casal que não vê necessidade em mostrar para as pessoas o quando a gente se ama. Que não vive em competição com outros casais. Não divulgamos nossas fotos e não nos marcamos em status. Muitos pensam que a gente nem se ama. Eles sabem que a gente esta junto, ou nem sabem. Ficam confusos. Sabem que se pergunta a resposta vai ser “Eu to feliz, isso que importa!”. Eles pensam que por conta disso nos traímos, nos odiamos. Que não vamos dar certo. Coitados, eu digo.
Possuímos aquele olhar que de cara mostra nossa paixão um pelo outro. Somos mais que perfeitos juntos. Não somos ciumentos e nem temos motivos para ser, não somos invejados - mas se eles soubessem como somos bons juntos, nós seriamos - e não forçamos a barra. Somos amantes livres. Saímos, curtimos, amamos, mas somos livres. Livres para viver a vida. E é justamente por termos essa liberdade que mais fiel impossível. Nunca lhe trai, você também não. Seria algo estupido de fazermos, já comentamos varias vezes. É um relacionamento tão saudável que seria burrice sair dele. Nunca brigamos, nem mesmo depois de dois anos de namoro. Eu gosto das tuas camisetas de banda e você curte minha franja curta.
Eu atravessaria o mundo por você, mas é algo que ninguém precisa saber. É pessoal, e algo nosso. Nosso amor é especial, sagrado, não há porque sair por ai com ele escrito em nossas testas. Muitos casais que se mostram o casal perfeito nas redes sociais não são tão felizes assim. E nós, com essa fama de casal frio e sem amor. Casal “Como estão há tanto tempo juntos?”, somos felizes e conquistadores. Nos conquistamos mais a cada dia. Somos aquele tipo de casal que nasceu para existir. Nasceu para sorrir. Nasceu para amar. Eu te amo, você me ama. Nos amamos e preferimos escrever isto em cartas do que no feed do facebook. 
Lembra quando fomos ao nosso primeiro show juntos e encontramos aquele pessoal da escola? Lembra de como queríamos ficar agarradinhos, nos beijar e curtir juntos? Lembra quando ficaram nos olhando estranho, desejando nossa separação no termino da noite? Lembra quando nos achavam estranhos? Claro que lembra, porque tivemos que mudar de lugar para poder se divertir de verdade. Eles pensam que a gente não se beija, não faz carinho, não se abraça. Coitados, eu repito. A gente faz muito mais que isso, só que raramente é na frente do público. Odeio ver casal beijando, por que me tornar um desses que se agarram sem se importar com o mundo a volta? Eu gosto do seu gosto por filmes antigos e você curte minhas músicas fora do ritmo. É como dissem por ai, somos aquele tipo de casal que não parece um casal.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Escolhi sentir tua falta hoje, amor.


A casa agora estava vazia, a quatro horas atrás todo mundo tinha ido. Eu fiquei porque sou a dona da festa que acabou. Em geral, foi ótima. Bebemos muito, fizemos loucuras e tiramos umas fotos para recordação. É, estava tudo muito legal. Eu, particularmente, me diverti em excesso. De uma forma que eu pensei que jamais seria. Ultimamente diversão é uma coisa que tem se passado a distancia de mim. Ontem, finalmente, matei a saudade dessa experiencia. Ai você deve estar se perguntando agora: Quer dizer então que você não esta mais triste? Ai eu te respondo: Olha, se você tivesse me perguntado ontem a noite, eu diria que não. Mas agora, que todos se foram e eu já tirei um cochilo, posso lhe dizer que estou ainda pior. Por que? Ele estava lá.
Ele estava lá, com sua blusa de gola e a calça jeans que a propósito foi presente meu. Pena que a festa era para os formandos, e ele, é um deles. Então é, eu o vi. Esperei que ele falasse comigo a noite toda, mas acho que nem me olhar, ele me olhou. Tentei me distrair ao máximo com aquelas bebidas e os garotos solteiros. Eu consegui. Fiquei tão feliz que me esqueci da presença dele. Foi um alivio. Pensei que a noite seria uma tragédia após vê-lo passar pela porta, ainda bem que estava enganada. Agora tu me pergunta outra vez, como fui voltar a tristeza?
Nem quero saber na verdade. É meio óbvio. A bebida perdeu o efeito e as distrações foram embora. Ah, adivinha quem também foi? Ele. Da festa e da minha vida. Que droga, que abismo, que fatalidade. Que vontade que eu tenho de gritar ao mundo o quanto eu não concordo com essa ida sem volta. Porém, fico quieta no meu canto. Espero a vida passar me acostumo com a tristeza que me pega nos momentos que fico sozinha. Agora, não sei se fico arrependida por ter me distraído tanto ontem a noite que não fui tentar mais uma vez ou se fico feliz por não ter me decepcionado ontem. Cada um diz uma coisa, e eu fico aqui sem saber o que pensar ou fazer.
Sinto a saudade me consumindo a cada dia, e não sei quando ela pretende parar. Sejamos honestos, nós seres humanos, curtimos a saudade. Se não fosse verdade, não a sentiríamos. É verdade, somos capazes de controlar o que sentimos. Quero dizer, temos opções. Não somos obrigados a sofrer, escolhemos isso. É duro encarar essa realidade, mas lá no fundo tudo isso nos faz bem, nos fazer crescer. Digo isso porque não é a primeira vez que um cara cujo eu jurei ser o amor da minha vida me abandonou. Droga de vida, que insiste em nos apresentar aos homens errados. Cansei disso, cansei da tristeza, cansei da saudade, cansei de tudo. Cansei, mas por ainda ter esperanças, aguento mais um pouco.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Escrevi eu te amo com mais de três palavras.


Eu fico me perguntando, em alguns momentos, porque será que eu tenho você. É meio difícil saber porque existem aqueles momentos em que eu vejo que não te mereço, não mereço algo tão bom quanto você. E é bom, até demais, saber que eu te tenho, mesmo sem merecer. E é ai que entra a parte em que eu faço com que você me mereça, por ser boa o suficiente e por retribuir todas as coisas boas que tu faz. Porque além de qualquer coisa, você esta lá e eu, bom, estou do teu lado também. Merecendo ou não, estamos juntos. Querendo ou não, estamos juntos. Digo, porque até quando a gente se odeia, a gente se quer. O que estou tentando lhe dizer é que o meu amor por você tem crescido bastante, não foi do nada, tem motivos. Os motivos, mesmo que óbvios, precisam ser lembrados. Você é um cara bem mais legal agora, e você entende melhor de relacionamentos também, seu gosto musical melhorou e teu cheiro esta mais agradável. E como você só melhora, é claro que vou gostar mais de você. Engraçado que ao mesmo tempo que tu aprendeu comigo, eu aprendi contigo também. Nós não fomos um daqueles romances que sugiram, a gente resolveu criar o nosso. Conhecidos, amigos, segundas intenções, namorados, apaixonados, amantes e então, essa coisa que hoje somos. Tivemos as fases, criamos um relacionamento onde ambos correspondiam. O que demorou três meses para dizer o primeiro eu te amo, hoje se confirma ser a mais bela sinceridade de um sentimento. O que parecia não ter futuro, hoje planeja o futuro de dez anos depois. Sei lá, é que dentre tantas outras coisas, você é meu ponto de paz. Meu melhor amigo, antes de qualquer coisa. Sabe mais sobre mim do que eu mesma. E eu gosto, pra caramba, de saber tudo sobre você. Eu odeio frases clichês, como você é o amor da minha vida. Prefiro dizer que você é o cara com quem eu quero estar. E sim, tu é o cara que me faz querer aprender cozinhar só pra deixar teu estomago feliz. O cara que faz eu ter a criatividade do além para fazer presentes sentimentais ou não pra ti. O cara que faz com que eu perca meu tempo escrevendo este texto, e mais tarde, escrevendo outro. Porque escrever para você é tão bom, tão saudável, tão gostoso. Eu não ligaria de chegar a pagina dez do word falando apenas de ti, de nós e de como eu admiro isso. Eu sempre te digo, e vou dizer de novo: Não se surpreenda se um dia eu chegar com um livro contando a nossa história. Afinal, a sua carteira já esta cheia das minhas cartas. Bom, só queria dizer mesmo que te amava, mas acabou que eu escrevi demais. Tu me conhece, gosto mesmo de escrever e gosto de escrever porque te amo. Porque só dizer isso não faz muito sentido quando de vez enquanto a gente não da uns motivos. Vou parar por aqui, ta meio tarde e eu preciso descansar. Quem sabe amanha, eu volte a me declarar.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

DIY: Mural de viagens.

Vou explicar para vocês passo a passo como se monta um mural de viagens. Sei que vocês gostam bastante da ideia de ter um mural na parede do quarto e eu, é claro, tenho vários murais no meu quarto. Já fiz postagem ensinando a fazer um mural de imã. Recentemente viajei para Nova York e desde o começo da viagem pensei em fazer um mural para recordar toda a viagem. Agora que voltei pude por em pratica. Estou fazendo o DIY do mural por ser uma ideia bem bacana e fácil de fazer. O destino pode ser vários: Disney, Europa, Estados Unidos. Claro que pode ser também viagens pelo próprio Brasil, certo? Que tal fazer um mural sobre o melhor carnaval de todos? Melhor acampamento? É só você usar a criatividade. De todos os lugares que eu fui, de fato, Nova York foi o melhor. Não é atoa que vai ganhar um mural só para ele.
 Materiais: 
Quadro cortiço de parede: Esse quatro, conhecido como mural, é a base de tudo. Comprei o meu na prolar, 60xalguma coisa, não lembro o tamanho exatamente. É grande, apesar de que pra mim ficou pequeno e não coube tudo no final. Hahaha
Fotos reveladas: Revele as melhores fotos da viagem e para não ocupar muito espaço, revele fotos menores. Já já mostro para vocês como algumas fotos devem ficar.
Tesoura: Já já vocês vão saber porque.
Preguinhas: Não sei se é o nome correto, mas são umas coisinhas que usa para poder prender as coisas no mural.
Coisas da viagem: Vale de tudo, como entrada de museus, ingressos, etiqueta da melhor loja, passagem, mapa de tal lugar. Etc. Guarde tudo quanto é papel que você ganhar durante a viagem.
Se você revelar todas as fotos em tamanho normal, vai ocupar muito espaço e com poucas fotos, você preenche tudo. A dica é revelar as fotos em tamanho menor. Vocês podem, através de um editor(eu usei o photoscape, no modo "pagina") de fotos, fazer uma colagem de duas fotos(uma embaixo da outra) no espaço de uma foto no tamanho normal de revelação. Como você vê na foto acima, o tamanho que revelei foi o tamanho normal, mas ao invés de ter uma foto, tem duas. Fica mais fácil. Depois, você corta no meio de forma que separe uma foto da outra.
Agora é hora de montar o mural! Na minha opinião, a parte mais difícil é começar. O que eu coloco primeiro? Aonde eu coloco? A dica é não prender nada até ter certeza de que é ali que você quer realmente deixar a foto. E para começar, espalhe algumas fotos(como na foto acima) e depois é só ir ajeitando na maneira que preferir. Coloque tudo que lhe interessar. No meu mural, além das fotos, pus o mapa da estação de trem, a entrada no top of the rock, do memorial das torre gêmeas, entrada do barco. Etiqueta da forever 21, um sorriso amarelo que me deram na rua enquanto eu passava. Minhas passagens de avião, o cartão da agência em que viajei, etc. 
Depois que tiver certeza do lugar onde as coisas ficaram, é a hora de pregar! Eu comprei as preguinhas pretas porque achei as coloridas muito carnaval, mas ai vai da escolha de cada um. Eu tive que comprar três caixinhas e usei tudo. Por que tudo? É importante você pregar todas as pontas que tiver no mural, seja das fotos ou das outras coisas. Por que? Porque se você deixar qualquer pontinha sobrando, mesmo que na hora isso não esteja fazendo minima diferença, alguns dias depois essa pontinha vai dobrar e vai ficar horrível. Digo isso porque no meu outro mural eu só preguei a foto na parte de cima e depois a foto ficou dobrada, ai tive que prender embaixo. Para poupar esse trabalho, prenda logo tudo. Enche o mural de preguinhas. Além da foto não dobrar, ventilador nenhum vai arrancar as coisas do mural ou fazê-las cair. 
Prendeu? Agora é só por o seu mural na parede e apreciar a vista. Olha que noticia boa acordar toda manha de um dia triste, olhar pra parede, e vê que você já teve os melhores momentos de todos. É uma ótima terapia, acredite. Vai ver é por isso que eu nunca acordo de mal humor. Hahahahaha
O resultado fica lindo, não é mesmo?
Bom, não deu para mostrar o mural na parede porque ele ainda não esta na parede. Meu quarto esta em "obra", as paredes estão mudando de cor e minha cama nova esta para chegar. Claro que com isso a decoração irá mudar um pouco e eu farei um post mostrando meu cantinho novo em folha para vocês, e nele, terá a foto do mural já na parede. Farei também um vídeo fazendo um tour. Estou super ansiosa para ver como meu quarto irá ficar. É isso, espero que tenham gostado.